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é mais neces
sário em u
m clustern para rep
etir diários para recuperação de falhas.
carimbos de data e hora nanosecond são agora suportados
assim como ext3, o GFS2 suporta agora o módulo data=ordered
as configurações de funções lsattr() e chattr() são agora suportadas através do ioctl() padrão.
os tamanhos de sistema de arquivo acima de 16TB são agora suportados
o GFS2 é um sistema de arquivo padrão, e pode ser usado em configuraçoes que não estiverem em cluster
Se você instalar o Red Hat Enterprise Linux5.1 nos sistemas blade HP BL860c, pode ocorrer um travamento durante o estágio da requisição de informação IP. Este problema se manifesta quando você tiver que selecionar a tecla OK duas vezes na tela .
Caso isto aconteça, reinicialize e realize a instalação com a autonegociação da Ethernet desabilitada. Para fazer isto, use o parâmetro ethtool="autoneg=off" ao inicializar a partir da mídia de instalação. Isto não afetará o sistema depois de instalado.
A opção de exportação nohide é solicitada nas exportações de referências (ex.: exportações que especifiquem um servidor de referência). Isto acontece pois as exportações de referência precisam "atravessar" um ponto delimitador de montagem. A opção de exportação nohide é solicitada para que a "travessia" seja bem sucedida.
Para maiores informações sobre montagem de delimitação, consulte o man export 5.
Esta atualização inclui o daemon de monitoração de evento do lvm2. Se você já estiver usando o espelhamento do lvm2, realize os seguintes passos para assegurar que todas as funções de monitoramento estejam atualizadas corretamente:
Desative todos os volumes lógicos do lvm2 que estiverem espelhados antes da atualização. Para fazer isto, use o comando lvchange -a n <grupo de volume ou volume espelhado>.
Interrompa o daemon do evento antigo lvm2 usando o killall - HUP dmeventd.
Realize a atualização de todos os pacotes relacionados ao RPM, ou seja, os device-mapper e lvm2.
Reative todos os volumes espelhados, usando o lvchange -a y <grupo de volume ou volume espelhado>.
Rapid Virtualization Indexing (RVI) é agora suportado em kernels do PAE com 64-bit, 32-bit, e 32-bit. No entanto, o RVI só pode traduzir endereços de convidado virtual de 32-bits no hypervisor do PAE com 32-bits.
Assim sendo, se um convidado estiver rodando um kernel PAE com mais de 3840MB de RAM, ocorrerá um erro de tradução de endereço incorreto. Isto pode travar o convidado.
Recomendamos que você use o kernel de 64-bits, caso você pretenda rodar os convidados com mais de 4GB de RAM física sob o RVI.
Se você executar 16 cores ou mais, usando os processadores do AMD Rev F, o sistema pode zerar ao realizar instalações de convidado totalmente virtualizado.
Se você instalar o pacote systemtap-runtime, irá ocorrer um erro de checagem de transação se o pacote do systemtap já estiver instalado. Mais tarde, ocorrerá outra falha ao fazer o upgrade do Red Hat Enterprise Linux5 para 5.1, se o pacote do systemtap já estiver instalado.
Assim sendo, remova o pacote do systemtap, usando o comando rpm -e systemtap-0.5.12-1.e15 antes de instalar o systemtap-runtime ou realizar um upgrade.
Ao configurar o NFSROOT, BOOTPROTO deve ser configurado como BOOTPROTO=dhcp no /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0.
Se seu ambiente solicitar configurações diferentes para o BOOTPROTO, ajuste o BOOTPROTO=dhcp temporariamente no /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0 antes de criar o initrd. Você pode zerar o valor original do BOOTPROTO após o initrd ter sido criado.
nfsroot é totalmente suportado nesta versão. Isto permite que os usuários executem o Red Hat Enterprise Linux 5.1 com seus sistema de arquivo root (/) montado através do NFS.
nfsroot foi inicialmente introduzido no Red Hat Enterprise Linux 5 como um subconjunto do recurso de Amostra de Tecnologia Stateless Linux. A implementação completa do Stateless Linux ainda é uma Amostra de Tecnologia.
Para instalar nfsroot, siga os seguintes passos:
Cada cliente deve possuir seu próprio sistema de arquivo root sob o servidor NFS. Esta restrição se aplica mesmo quando o root de somente-leitura estiver em uso.
SWAP agora é suportado sob NFS.
O SELinux não pode ser habilitado nos clientes nfsroot. Em geral, a Red Hat não recomenda desabilitar o SELinux. Portanto, os clientes devem realmente levar em consideração as implicações de segurança desta ação.
As notas de lançamento inclusas na distribuição do Red Hat Enterprise Linux5.1, contém instruções desatualizadas sobre como configurar o nfsroot. Consulte o seguinte procedimento procedimento sobre como configurar o nfsroot. Como sempre, este procedimento supõe que seu dispositivo de rede seja eth0 e o driver de rede associado seja tg3. Você pode precisar ajustar de acordo com sua configuração de sistema:
Crie o initrd
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