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Erv
Cor d
e Rosa » das fraldas:No grande ponto de encontro em que o mercado de agricultura biológica do Príncipe Real se tornou para mim e para a E. fiquei ontem a conhecer (olá Mariana) uma novidade (para mim) que estou a tentar encaixar entre o último grito do consumo consciente (assunto em que o meu blog de referência do momento é o Worsted Witch) e a mais absurda das fricalhices: o movimento anti-fraldas (alguns de muitos outros links: A culture without diapers; Dare to bare; Babies without diapers? No thanks). Já tinha pensado muitas vezes nos bebés sem fraldas dos documentários sobre tribos pouco ou nada ocidentalizadas (os menos telegénicos assuntos da higiene pessoal acabam por nunca ser abordados) – como é que aquelas mães andam sempre com os bebés sem fralda na anca e tanto elas como eles parecem sempre limpos? – mas não tinha percebido que não era preciso ir tão longe (cf. Decommissioning the diaper). Se vivêssemos no campo, se a casa não fosse tão fria e não estivéssemos à espera de um bebé de Inverno, se… . Para já (e em contagem decrescente para voltarmos à rotina das ditas) acho que me fico por mais uns emails para as principais marcas de fraldas descartáveis (ainda não me dedidi a experimentar as de pano) a explicar que eu e provavelmente muitos outros mães e pais preferíamos comprar fraldas mais pardas mas menos lixiviadas e, ainda melhor, biodegradáveis.
O assunto é interessante, mas acho que fico pela filosofia do mesmo. Concordo que as crianças devem deixar de usar fraldas o mais cedo que se conseguir (algo que não depende só da boa vontade e tempo dos pais mas também da maturidade da criança para tal)pois acho que o uso por tempo prolongado é abusivo até para a saúde psíquica da criança. Só de pensar em crianças com 4 anos a usar fralda me mete nojo para ser sincera.Penso o mesmo em relação às chuchas… Mas isso é outro assunto.A minha filha tem agora um ano e meio e eu estou com muita fé que até ao final do Verão vou conseguir que ela passe para o penico, e o que me faz pensar em tal coisa é o facto de ela já saber comunicar que tem c.c.( a dita maturidade). Eu adorava que houvesse fraldas realmente ecológicas, mas há falta delas não compreendo como é que ainda neste país ninguém se lembrou de criar o negócio ( como existe nos E.U.A) de uma lavandaria de fraldas ( de pano). Eu seria cliente, palavra!
Olá Rosa! Acho super-louvável o seu interesse e, sobretudo, o trabalho e a entrega que coloca em cada manifestação cívica. Seja para tentar resolver o problema da vizinha debaixo, seja para fazer alguma diferença na indústria de consumo! Obrigada pelo exemplo!
Suzanne
Pois, aqui tb estamos à espera de um bebé de inverno… mas vamos usar as de pano que usámos na primeira…
;o)
beijos e abraços
Olá Rosa,
Antes de mais, parabéns por mais um bébé a caminho…
Percebo-te perfeitamente, em Portugal já assisti a um encontro “anti-fraldas” na biocoop, mas confesso que não fiquei convencida. Quanto às fraldas descartáveis mais amigas do ambiente, podes encontrá-las também na biocoop.
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